sexta-feira, 30 de maio de 2014

Era uma vez na mitologia Grega...

Olá meus querido!

Hoje vou sair um pouco da minha área de post e tentar passar um pouco de cultura pra vocês. Afinal, temos que ensinar uma coisinha nova de vez em quando, mesmo que seja uma cultura inútil.
Além de filmes, duas coisa que gosto muito são história e mitologia, e hoje vou contar uma mitologia grega muito bonita e diferente das outras mitologias. Se você parar para pesquisar sobre mitos da Grécia antiga, você só vai achar desgraça nelas, e quase nunca tem um "felizes para sempre" no final.
Porém, essa é diferente.

Essa é a lenda de Eros (que significa Cupido em latim) e a Psyche (em português "Psiquê", que significa 'alma' em grego). Nessa lenda, podemos ver a perseverança de um homem mesmo quando esta apaixonado e o esforço de uma mulher para superar os obstáculos até atingir a felicidade no amor.

Eros, filho de Afrodite, é a personificação do amor intenso e é retratado atirando flechas em pessoas com o objetivo de acertar seus corações e às fazerem amar. Psyche, uma linda mortal, personifica a alma humana. Na verdade, ela é o simbolo da alma purificada pela paixão e desventuras, mas que acaba alcançando a felicidade eterna.
Então vamos lá!

ERA UMA VEZ...um rei, que tinha três filhas. Elas era extremamente bonitas, mas a mais bela era a mais nova, a Psyche. Ela era considerada tão bela que todos passaram a venera-la e negligenciaram a própria deusa da beleza, Afrodite. Ela ficou com tanta indignação e inveja que chamou seu filho Eros e o ordenou a atirar uma flecha no coração de Psyche e faze-la se apaixonar por algum monstro.
Mas quando Eros viu o quão linda ela era, ele derrubou o arco e a flecha acabou acertando seu próprio coração.

Apesar de sua beleza, ninguém a pedia em casamento. Seu pais consultaram os oráculos, e eles falaram que Psyche estava condenada a se casar com um monstro e que eles deveria ir para o topo da montanha mais alta e deixa-la lá. O vento do leste a levou e ela acordou em um palácio, aonde ela era servida por pessoas invisíveis. Durante as noites, seu marido Eros vinha visita-la e dizia que a visitaria apenas durante a noite e que ela estava proibida de tentar ver seu rosto.

Mesmo tendo um marido invisível que era amoroso e gentil, tendo servos que atendiam a qualquer pedido que fizesse, Psyche ainda sentia saudade de casa. Ela pediu a seu marido que permitisse a visite de suas duas irmãs. Quando elas viram a vida que sua irmã mais nova levava, elas ficaram com inveja e falaram para Psyche que ela tinha que descobrir a verdadeira face de seu marido, pois poderia ser um monstro esperando o momento certo para devora-la. Com medo dessa possibilidade, Psyche esperou a noite chegar e quando seu marido estava dormindo, ela pegou uma vela e uma faca para matar o monstro.
Mas quando ela chegou perto e viu que seu marido Eros era belo como um dos deuses, ficou tão surpresa que derramou cera no ombro de Eros.


Eros voou imediatamente, e assim que ele desapareceu o palácio inteiro desapareceu com ele, deixando Psyche no meio do nada. Psyche se arrependeu na mesma hora e, desesperada, ela foi atras da deusa Afrodite para pedir ajuda. A deusa, ainda com raiva da mortal, a mandou fazer diversas tarefas para se redimir com seu filho. Ela foi mandada até o mundo inferior para pegar uma caixa de Perséfone, esposa de Hades, para entregar a Afrodite.

Psyche quase morreu centenas de vezes durante essa busca de redenção, e Eros à ajudava quando podia durante esse processo. Até o momento em que ele ficou farto de vê-la sofrer e persuadiu Zeus para ordenar Afrodite que parasse com esse abuso. Finalmente, aposto todo o sufoco, Eros e Psyche se casaram apropriadamente e ela foi convidada a morar no Olimpus com os deuses, e assim, se tornando uma deusa.

É isso ai! Perdão pelas imagens explicitas. Sabe como é o Renascimento, né?!
Mas fica por aqui,

Espero que tenham gostado da historinha. 

Até a próxima pessoal.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

A Volta Dos Que Não Foram - Pt 2 - Através Do Universo

GUESS WHO'S BACK
BACK AGAIN
LIPE'S BACK
TELL A FRIEND

GUESS WHO'S BACK
GUESS WHO'S BACK
GUESS WHO'S BACK
GUESS WHO'S BACK
GUESS WHO'S BACK
GUESS WHO'S BACK
GUESS WHO'S BACK

Isso mesmo, Felipe, Lipe, Menezes, lipemenezes, aquele emo lá, o menino que corta o próprio cabelo, o cara que não conversa com as pessoas mas conversa com gatos etc.

Voltei, gente.

Já se passaram mais de três meses desde o meu último post. Muita coisa aconteceu nesse tempo. Mudei de casa, fiquei sem internet, entrei no SPC, encostei em um pônei, comecei a namorar e, claro, li muito.
Então, para retomar o ritmo, vamos começar falando sobre livros? Hoje eu tenho uma recomendação especial para vocês.


Através do Universo (Across The Universe, pra quem foi alfabetizado em inglês) é um livro escrito pela Beth Revis e que dominou minha vida e meus pensamentos durante os últimos dias.

Um planeta que aparentemente tem condições de abrigar vida humana é descoberto. Uma nave chamada Godspeed é construída para levar os humanos até lá em uma viagem de 250 anos. Cientistas, médicos e militares são criogenicamente congelados para que eles possam pesquisar e colonizar o novo planeta. Amy, que nem deveria estar na nave, filha de uma cientista e de um militar, é acordada antes da nave chegar ao seu destino e passa a conviver com os tripulantes da nave. A partir daí, é caos até a última página.

Uma história que eu classifiquei como "interessante" quando me foi apresentada me surpreendeu como há muito tempo não acontecia. Abordando temas como liberdade, pensamento individual, religião, liderança, hierarquia, família, honestidade, ciência e muitas referências à clássicos como O Pequeno Príncipe, A Divina Comédia, Alice no País das Maravilhas e O Guia do Mochileiro das Galáxias, entre outros, esse livro passa longe de ser apenas entretenimento e te faz pensar sobre a vida, o universo e tudo o mais!

Ou, melhor, esses livros!


Se Através do Universo te faz pensar, suas sequências são mais que suficientes para derreter seu cérebro. Mais segredos, mais problemas, muito mais caos. E capítulos que tornam impossíveis os seus planos de dormir/comer/trabalhar/viver.

Vai embarcar em Godspeed?
Os efeitos colaterais envolvem insônia, leitura compulsiva e aumento do senso crítico.

E então? Ainda quer continuar?

O IRF lhe deseja uma boa viagem!

segunda-feira, 26 de maio de 2014

The segunda-feira never ends (Restaurante Guaruçá)

Viajando para mato grosso, aparecida do taboad- não, pera...
Viajando pelas praias nortelitoraienses (ofende mas não assassina o português) venho mostrar pra vocês um restaurante super fofo que fica ali em Caraguatatuba, pertinho de todo mundo.
Resolvi fazer esse post porque hoje é segunda-feira e eu almocei arroz e ovo. Segunda-feira never ends. Pra melhorar, vou me lembrar de um bom momento culinário que tive.


O Restaurante Guaruçá é aquele típico restaurante da praia, feito todo de madeira e vidro. Eu particularmente odeio praia, mas a comida lá realmente é boa! Como toda culinária praiana que se preze, as principais iguarias da casa são feitas de frutos do mar (porque se chamam frutos se são bichos?), peixes, polvos e outras coisas que respiram debaixo d'água. Mas este restaurante também serve opções mais carnívoras, sanguinolentas e barulhentas como bois e frangos, rs.

Os pratos peixonautas (hehe) variam entre peixes grelhados, assados, cozidos, alguns ensopados com um "mix" de frutos do mar, ostras e claro aquela típica bandeja de frutos do mar, com tudo que uma rede consegue pescar colocado dentro de uma bandeja com salada. Já os terrestres são grelhados, variando entre comuns, parmegianas, temperados com muito alho, e "mix" de carnes com batatas gratinadas e salada, ou arroz e fritas.

Escolhemos então 2 pratos diferentes, um salmão grelhado com molho de camarão, servido com arroz e batata.



O outro prato era um clássico bife com batatas fritas servido com arroz e salada.


Na minha opinião, o bife estava nota 10 bem passado por dentro sem ficar borrachudo, e o salmão eu nao comi porque eu odeio peixe (já disse isso né?), mas segundo relatos o peixe também estava bom. Eca.

Os pratos são muito bem preparados e servem duas pessoas satisfatoriamente. A batata, tanto a frita quanto grelhada, tem um gostinho muito especial e bem diferente, aprovei! Mas caso você coma igual a um passarinho, o restaurante também faz meio prato.
O preço não é tão barato, a média dos pratos com peixes é de R$120,00 e dos pratos com carnes é de R$90,00 mas a única reclamação que eu tenho é que NÃO TINHA COCA-COLA. Como sou cocólatra, senti uma falta tremenda desse veneno que não pode ser habilmente substituído por pepsi, mas era a única opção. O suco natural também é uma opção. A última, na verdade.





O ambiente é aconchegante, vista para o mar da praia do centro, mas não tem ar-condicionado. É eu queria ar-condicionado num restaurante na beira da praia. Os garçons são amigáveis, apesar de "estranhos" e o espaço é grande, quase nunca está lotado mesmo nos horários de pico.






Se você estiver passeando pela praia e quiser conferir, fica no endereço Avenida Arthur Costa Filho, nº 27, Centro - Caraguatatuba, SP.



Como já sabem, se forem dirigir não bebam.
Se forem comer, me chamem.
Mas só se for pra comer carne.

Boa segunda-feira pão com ovo pra vocês.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

W/E - Wallis e Edward VIII

Olá meus queridos!

Perdão a demora, mas estou aqui!
Como vocês sabem, pois postei anteriormente, que amo seriados britânico de época. Hoje vou deixar uma dica de um filme que amo e sempre assisto quando da vontade, e esse filme não é muito conhecido.
O título do filme é "W.E." (e no Brasil eles adicionaram "O romance do século").

Sim! Esse filme foi dirigido pela Madonna, e isso é um dos aspectos que me surpreendeu. Não estou menosprezando a diva, mas não esperava que o filme fosse tão bom assim já que ela não é parte da área cinematográfica.
Voltando para o filme, a metade da história é baseada em um acontecimento real e a outra é fictícia. Isso é porque a história foca em duas mulheres e conta a história de cada uma paralelamente, sendo uma real e outra fictícia.
A história real se baseia na vida de Willis Simpson, uma mulher americana da década de 30 que se relacionou com o príncipe Edward VIII, futuro Rei da Inglaterra na época.
Foto real

Foto do filme

Por Willis ter se divorciado duas vezes anteriormente, ela não era considerada uma candidata apropriada para ser uma Rainha. Então, Príncipe Edward VIII renunciou o direito do trono para se casar com ela.
Lindo não?! Bom, nem tanto assim. Madonna fez o filme de um jeito que mostra o outro lado da história e como não foi tão fácil assim esse processo. E uma curiosidade é que assistindo o filme O Discurso do Rei  em seguida seria a ordem cronológica do que ocorreu de verdade, sendo o Príncipe George VI o herdeiro do trono da Inglaterra. (Sim! Eu gosto de história britânica) 

Enquanto isso, a história fictícia foca em uma mulher dos anos 90 chamada Wally Winthrop (nomeada assim por causa da Wallis) que é fascinada ou até mesmo um pouco obcecada pela história de romance da Wallis. Tendo como base esse romance, Wally está determinada à ter um conto de fadas assim como a da Wallis.
Mas, no decorrer do filme, ela descobre que nem tudo é tão glamoroso como falavam.

A história é bem cativante, mas outros dois aspectos que adorei foi o figurino (já de se esperar da Madonna) e o soundtrack.

Olha só esses figurinos glamorosos de antigamente.

E também recomendo dar uma olhada no soundtrack feito pelo maravilhoso compositor contemporâneo Abel Korzeniowski.

É isso ai galera, está ai a dica.
Até a próxima!